Rosa Costa - O Estado de S. Paulo

Ed Ferreira/ESTADÃO
Parlamentares alegam que já existam provas da ligação do governador de Goiás com o esquema
Rodrigues e Bueno adiantam que o petista não deverá pedir a abertura das contas da Delta e nem citar Raul Filho, Agnelo Queiroz e Sérgio Cabral no parecer. "Estamos salvando a investigação", sintetiza Randolfe. O senador do PSOL lembra que permanece em sigilo o destino de milhões de reais repassados pelas 12 empresas, tidas como laranjas da Delta. "Nosso objetivo é o de impedir que a CPMI se transforme na maior vergonha do Congresso", acrescenta.
Rubens Bueno atribui sobretudo à situação da Delta o "breque" imposto por parlamentares governistas à investigação da comissão. "É evidente que as empresas laranjas ajudaram na campanha de 2010", afirma. A Delta é a maior beneficiada por recursos do PAC, tendo recebido da União mais de R$ 3 bilhões desde o início do programa. "Fizemos um trabalho, só que em vez de avançar, o relator pisou no freio", critica o deputado. Além de Randolfe Rodrigues e Rubens Bueno, assinam até agora a representação o senador Pedro Taques (PDT-MT) e o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS).
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