Ainda
hoje, é comum mulheres serem preteridas para cargos de comando somente
em função do gênero, e sabemos que em cargos equivalentes no mercado de
trabalho a média salarial das mulheres é inferior à dos homens.
À exploração econômica, somam-se os estereótipos e as convenções sociais que historicamente continuam demarcando determinados lugares de menor prestígio social para as mulheres, com o objetivo de manter estruturas que favorecem os homens.
Faz-se
necessário, e urgente, educar para o convívio respeitoso e digno entre
mulheres e homens, em todas as sociedades do planeta. Quem sabe assim
poderemos um dia, em um 25 de outubro, lembrar como a humanidade
conseguiu superar essa triste realidade. Temos essa dívida com toda a
imensa parcela de mulheres que ainda é cruelmente explorada, no Brasil e
no mundo.

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